NOVOS CRITÉRIOS
Foram divulgadas na manhã desta sexta-feira (14/02/2014) as principais novidades da quarta edição do Prêmio Benchmarking Saúde. Durante o tradicional encontro com o mercado, que reuniu alguns dos principais representantes da disputa, foi anunciada a incorporação da acreditação como parâmetro técnico no critério CREDIBILIDADE.  Candidatos com certificação ONA, JCI ou Canadense, cuja emissão do certificado ocorreu até 31 de dezembro de 2013, vão levar vantagem na disputa.
Até a última edição do prêmio, os únicos parâmetros usados para o voto no critério CREDIBILIDADE eram “Práticas de assistência e segurança médica em sua área de atuação (…) e o “posicionamento da empresa ou gestor diante do mercado (relação com fontes pagadoras/ prestadores/fornecedores)”. O peso/número de pontos estipulado era 100. Na votação deste ano, os escores serão variáveis: ONA 1 (peso/pontuação 30);  ONA 2 (60); ONA 3 (80); JOINT COMISSION/CANADENSE (100) e SEM ACREDITAÇÃO (20).
Na categoria laboratório, a pontuação ficou assim definida: DICQ e PALC (peso/pontuação 100);  ISO (50) e SEM ACREDITAÇÃO(20). As mudanças serão implementadas apenas nas categorias onde a assistência integra o core business da empresa (Hospitais/Home Care/ Laboratórios/Serviço de Oncologia/Serviço de Oftalmologia/Serviço de Ortopedia/Diagnóstico por Imagem). Todas as alterações do Prêmio Benchmarking Saúde, cuja auditoria será feita novamente pela PwC, vão estar disponíveis para o mercado no manual do prêmio, que será divulgado a partir da próxima quarta-feira, dia (19/02/2014).
O objetivo da mudança, segundo a organização do prêmio, é instrumentalizar o processo de votação com parâmetros mais técnicos. Outra mudança, que também passa a valer para esta edição, é penalizar com a perda de 20% dos pontos somados, as empresas e gestores que não entregarem seus cases – instrumento oficial de balizamento da votação. Ficou decidido ainda que a partir do ano que vem, só participam da disputa as instituições e gestores que enviarem seus cases para apreciação. “Entendemos que não é justo com quem contribui com o verdadeiro sentido do benchmarking – entregando seu case e partilhando suas informações –, disputar de igual para igual com concorrentes que não cumpriram o que preconiza o prêmio”, salienta o diretor executivo da Vitalcare, João Maurício – um dos presentes no encontro. Em sua opinião, a penalização é uma forma de trazer mais equilíbrio para a disputa, considerada uma referência para o mercado de saúde da Bahia.
Segundo a empresária Sandra Costa – vice-presidente do conselho do Grupo Sabin, o Prêmio Benchmarking tem o mérito de partilhar, entre o próprio mercado, estratégias e realizações que comumente acabam se restringindo a rotina interna das instituições. “É importante estimular essa troca de experiência, que só engradece o mercado de saúde como um todo”, sentenciou a executiva, cujo laboratório participa pela primeira vez da premiação.
Para Lúcia Dória, diretora executiva do Hospital Samur, de Vitória da Conquista, as mudanças sugeridas no encontro vão fortalecer ainda mais o conceitos chaves do Prêmio Benchmarking Saúde. “Trata-se de uma iniciativa consagrada, que engrandece o mercado de saúde da Bahia e que precisa ser aperfeiçoada a cada ano”, defende Lúcia, bi-campeã da disputa na categoria Hospital Interior do Estado.

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